
Era noite de halloween e estavam uma série de pessoas numa casa grande estilo vivenda apenas com piso térreo. Esta casa tinha uma série de divisões todas cheias de gente divertida e sobretudo bêbeda. Lembro-me que pela quantidade de álcool que ali estava concentrada começámos a delinear estratégias de realização de actos parvos. Como por exemplo fazer bombinhas. No entanto uma rapariga vestida de preto, estilo gótica deprimida optou por sugerir emularmos uma cena ritual de sacrifício. Pareceu divertido, por isso toca a preparar a brincadeira.
Saímos pela porta da frente para o jardim. Havia uma zona grande verde de um dos lados da casa. Na parte da frente havia apenas um pouco de relva, plantas diversas e flores de jardim. Depois estava a vedação, o passeio da rua e a estrada principal. Na parte do jardim grande, havia perto de uma árvore uma mesa de cimento, parecida com aquelas que encontramos nos parques de piqueniques. A miúda gótica sacou de uma faca de abrir envelopes com o formato de um punhal e mostrou-mo. De repente a brincadeira já não me pareceu tão divertida e percebi que era uma questão de minutos até aquilo dar para o torto. Ela deve ter percebido que eu me queria raspar dali visto que alterou a sua atitude para um pouco mais autoritária. Quando ela andava à procura de uma vítima para ser imolada no ritual, eu olhei para o portão que dava para a estrada principal e saí.
Tanto quanto sei estávamos em França. Portanto decidi seguir a estrada principal durante cerca de 50 metros. Era de noite e estava escuro. Não havia pessoas na rua. Passou apenas um carro com luzes acesas.
Ao fim de 50 metros vi uma placa que anunciava "Benvindo ao Luxemburgo". O que veio mesmo a calhar porque assim, a miúda gótica não podia exigir que eu fosse repatriado de modo a completar o ritual, nem podia tão pouco atravessar a fronteira de modo a praticar um crime.
Mesmo do lado direito da rua, junto à placa de boas vindas ao Luxemburgo estava uma estalagem. Um edifício com 2 andares de estilo Holandês antigo.
Telefonei aos meus amigos que estavam na festa e convidei-os a virem para a estalagem, onde estariam a salvo de góticas psicopatas.
Subi as escadas da estalagem. Os meus amigos já lá estavam junto à recepção. Éramos cerca de 10 e íamos facilmente encher todos os quartos; que estavam disponíveis.
Depois de fazermos o registo entrou um tipo na porta principal. A porta principal ficava no piso térreo e nós estávamos no cimo de umas escadinhas estreitas que subiam até à recepção. Ele trazia uma mala cor verde tropa com dimensões invulgares. Tinha cerca de dois metros de comprimento, meio metro de largura e trinta centímetros de profundidade. Não faço ideia do que estava lá dentro, mas era ligeiramente pesada e complicada de transportar. O tipo, que com aspecto de estrangeiro, pretendia dormir uma noite na estalagem, tentou obter um quarto. Já não havia quartos livres.
Como não havia sítio na estalagem para ele dormir, e já estava muito escuro lá fora para ir à procura de sítio para pernoitar, optei por sugerir que partilhássemos o meu quarto, uma vez que eu tinha um quarto de duas camas e eu era apenas uma pessoa. Ele amavelmente agradeceu e encaminhámo-nos para o quarto que era mesmo ao lado da recepção.
Lá colocou a mala enorme no chão do quarto. Eu entrei de seguida
e observei as paredes que estava cheia fotos e quadro de pequena dimensão. Tinha um piano vertical encostado na parede da porta de cor castanha.
Falei com ele em inglês. Perguntei-lhe de onde é que ele era. Ele disse: sou Americano-British-Canadiano. Concerteza, pensei eu. Então e o que é que você anda por aqui a fazer? De facto estou aqui para falar consigo. Comigo? Sim. Eu sou escritor e Li o seu blog dos sonhos e quero propor-lhe a compra dos seus textos.
Embora a compra dos meu blog parecesse conferir-me alguma importância. Eram os meus sonhos. E se os vendesse como que iria estar a vender o meu subconsciente, não apenas a descrição dele. E perguntei-lhe: Então e não vai sequer ter o meu nome como autor dos sonhos? Não, estou de facto com bloqueio de escritor e tenho o meu editor à perna; Preciso que seja em meu nome, e em língua Canadiana.
Fiquei a ponderar na venda. Acordei antes de tomar uma decisão. Mas acho que não ia vender.
Saímos pela porta da frente para o jardim. Havia uma zona grande verde de um dos lados da casa. Na parte da frente havia apenas um pouco de relva, plantas diversas e flores de jardim. Depois estava a vedação, o passeio da rua e a estrada principal. Na parte do jardim grande, havia perto de uma árvore uma mesa de cimento, parecida com aquelas que encontramos nos parques de piqueniques. A miúda gótica sacou de uma faca de abrir envelopes com o formato de um punhal e mostrou-mo. De repente a brincadeira já não me pareceu tão divertida e percebi que era uma questão de minutos até aquilo dar para o torto. Ela deve ter percebido que eu me queria raspar dali visto que alterou a sua atitude para um pouco mais autoritária. Quando ela andava à procura de uma vítima para ser imolada no ritual, eu olhei para o portão que dava para a estrada principal e saí.
Tanto quanto sei estávamos em França. Portanto decidi seguir a estrada principal durante cerca de 50 metros. Era de noite e estava escuro. Não havia pessoas na rua. Passou apenas um carro com luzes acesas.
Ao fim de 50 metros vi uma placa que anunciava "Benvindo ao Luxemburgo". O que veio mesmo a calhar porque assim, a miúda gótica não podia exigir que eu fosse repatriado de modo a completar o ritual, nem podia tão pouco atravessar a fronteira de modo a praticar um crime.Mesmo do lado direito da rua, junto à placa de boas vindas ao Luxemburgo estava uma estalagem. Um edifício com 2 andares de estilo Holandês antigo.
Telefonei aos meus amigos que estavam na festa e convidei-os a virem para a estalagem, onde estariam a salvo de góticas psicopatas.Subi as escadas da estalagem. Os meus amigos já lá estavam junto à recepção. Éramos cerca de 10 e íamos facilmente encher todos os quartos; que estavam disponíveis.
Depois de fazermos o registo entrou um tipo na porta principal. A porta principal ficava no piso térreo e nós estávamos no cimo de umas escadinhas estreitas que subiam até à recepção. Ele trazia uma mala cor verde tropa com dimensões invulgares. Tinha cerca de dois metros de comprimento, meio metro de largura e trinta centímetros de profundidade. Não faço ideia do que estava lá dentro, mas era ligeiramente pesada e complicada de transportar. O tipo, que com aspecto de estrangeiro, pretendia dormir uma noite na estalagem, tentou obter um quarto. Já não havia quartos livres.
Como não havia sítio na estalagem para ele dormir, e já estava muito escuro lá fora para ir à procura de sítio para pernoitar, optei por sugerir que partilhássemos o meu quarto, uma vez que eu tinha um quarto de duas camas e eu era apenas uma pessoa. Ele amavelmente agradeceu e encaminhámo-nos para o quarto que era mesmo ao lado da recepção.
Lá colocou a mala enorme no chão do quarto. Eu entrei de seguida
e observei as paredes que estava cheia fotos e quadro de pequena dimensão. Tinha um piano vertical encostado na parede da porta de cor castanha.Falei com ele em inglês. Perguntei-lhe de onde é que ele era. Ele disse: sou Americano-British-Canadiano. Concerteza, pensei eu. Então e o que é que você anda por aqui a fazer? De facto estou aqui para falar consigo. Comigo? Sim. Eu sou escritor e Li o seu blog dos sonhos e quero propor-lhe a compra dos seus textos.
Embora a compra dos meu blog parecesse conferir-me alguma importância. Eram os meus sonhos. E se os vendesse como que iria estar a vender o meu subconsciente, não apenas a descrição dele. E perguntei-lhe: Então e não vai sequer ter o meu nome como autor dos sonhos? Não, estou de facto com bloqueio de escritor e tenho o meu editor à perna; Preciso que seja em meu nome, e em língua Canadiana.
Fiquei a ponderar na venda. Acordei antes de tomar uma decisão. Mas acho que não ia vender.
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