quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Época de neve



Acontece que estamos na época de neve.
Estava numa estância de ski ali em Caneças com um grupo de amigos, todos num apartamento . O ambiente era bastante festivo e eramos talvez mais pessoas do que o que o apartamento conseguia comportar. De facto era o antigo apartamento de um dos meus irmãos.
Tínhamos ido com um grupo de amigos do antigo colégio da minha namorada. Tudo malta porreira. Estava frio porque um deles vestia um grande casaco de penas preto, e no geral a malta estava vestida para o frio. Como era de noite e estava toda a gente à conversa, um dos rapazes aceitou ajudar uma amiga minha a conseguir alguns benefícios fiscais no contexto do IRS. A ideia era aproveitar o facto de, sendo ela professora, e tendo boas avaliações, conseguir obter a maravilhosa maquia de 2000 euros quando recebesse o dinheiro do IRS. Para isto bastava que se auto-avaliasse com nota B. Sendo a nota máxima: A.

O ambiente estava bom e agradável. E para ajudar à festa chegaram os Incubus.
Ora os Incubus aparentemente era conhecidos de algumas das pessoas que estavam no apartamento. Vinha a banda toda, e vinha material para poder ensaiar. Aproveitei para conversar um bocadinho com o baterista, e ajudá-lo a montar o kit. Não deixei de notar que ele tinha tripés absolutamente de topo de gama e desconhecidos do público geral baterista.

A razão de eles lá estarem era precisamente o guitarrista vender uma das suas guitarras a um amigo meu, de forma a que ele pudesse jogar guitar-hero. O negócio fez-se, tendo esse meu amigo aproveitado para suavizar o negócio, visto que o vocalista dos Incubus tinha uma dívida de jogo no valor de dez euros a ele, já de um jogo de póquer antigo. Não houve problema, ajustou-se o preço e eles ficaram de resolver as coisas internamente.

Negócios, música e fiscalidade à parte: fomos esquiar... nas encostas de Caneças.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Rest...

Tenho dormido muito bem...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Guerra e Paz.... e pilhagem


Ora bem, estávamos na época pré-segunda-guerra mundial. Eu vivia com os meus pais num belo apartamento num estúdio no último andar de um edifício com pinta nova-iorquina. Era um apartamento tão porreiro que permitia-me entrar tarde e a más horas em casa sem que ninguém desse por isso, bastando para tal, percorrer uns quantos telhados de prédios contíguos e entrar para o meu quarto através do terraço do prédio.
O Terraço do prédio estava muito bem decorado segundo os padrões dos dias de hoje, um belo sofá amarelo de jardim, num deck de madeira, com árvores pequenas e pedras bonitas: o conjunto completo. Por ser um terraço tão porreiro, a minha irmã e o namorado dela, e os dois filhos dela, iam frequentemente lá para cima passar o tempo, quando o tinham. Eu não gostava particularmente do namorado da minha irmã, porque era namorado da minha irmã, e os irmãos nunca gostam dos namorados das irmãs. Contudo era um tipo bacano.
Entretanto a segunda guerra estala. E eu embora não sendo alemão, fui recrutado por eles. Mas como não era alemão, não podia ser oficial. Então confinaram-me a moço de recados, em que neste caso o recado principal era: pilhar tudo o que eu encontrasse, e que fosse giro. Bombas, munições, mísseis, capacetes, espingardas, prata, ouro, colares, pulseiras, taças e outros artigos que encaixassem na categoria de "giro".
Andávamos de terra em terra na guerra. E eu sendo o lacaio de um oficial de patente superior, tinha de andar sempre atrás dele a pilhar tudo o que encontrava. Vasculhava as casas que já tinham sofrido com ataques de bombas ou de milícias, e frequentemente encontrava granadas, obuses e outros artigos de guerra que dariam uma bela colecção no futuro.
Para guardar todos estes artigos existia um armário de madeira grande, com portas envidraçadas, atrás das quais se podia vislumbrar toda a colecção que eu andava a angariar.
Terminada a guerra, eu tinha conseguido sair muito bem entre os pingos da chuva e tinha chegado vivo ao fim da guerra.
Para celebrar o fim da guerra, foi organizado um evento estilo "jogos sem fronteiras". Eu como estava cheio de energia e cheio de vontade de celebrar decidi participar nas provas de perícia e resistência.
Havia uma prova de natação em que decidi participar, vesti a touca e pus os óculos na cabeça. Estava junto a uma das paredes da piscina e numa das pistas do meio. Do lado esquerdo vi uma parede de escalada artificial, e havia 2 ou 3 pessoas a descerem a parede em rappel. Ao meu lado direito saltou uma concorrente para dentro de água. Tinha o cabelo solto e um fato de banho feminino preto justo. Era nada mais nada menos do que a Sandra Bullock. Foi aí que percebi que já tudo estava bem no mundo.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Passeio de mota

Andei a passear de mota.

Vinha de uma festa citadina. Era uma festa no alto de uma torre, tinha um bar, sofás, pessoas, bebidas. O sofá era de pele branco e as luzes era de tons azuis. Tudo muito giro.
A festa terminou e fomos embora: Eu e a minha namorada. Ainda a mota estava parada fui dar uma volta a pé até à esquina e voltei. E nesse período de tempo há um cromo qualquer que decide mandar-se do alto da torre e estatelar-se no chão. Ora a minha namorada viu tudo e contou-me o sucedido. Era um momento trágico, estava tudo sujo no chão. Provavelmente o senhor estava deprimido com o emprego, visto que ainda estava de fato escuro e gabardina clara - e já era tarde.
Fomos então embora, de mota. Percorremos uma avenida num sentido, e no fundo invertemos o sentido. Logo a seguir à inversão do sentido parámos num semáforo. Era uma daquelas avenidas com três sentidos para cada lado. Havia carros de gama familiar à nossa volta e não havia carros em frente. A iluminação era razoável e até dava para ver bem em frente.
Assim que ficou verde no semáforo acelerei para aproveitar a recta e o espaço vazio de carros. Assim que terminei a recta reparei que a minha namorada já não se encontrava sobre a mota - o que provocou algum pânico em mim a pensar que ela tinha caído em andamento e eu não tinha dado por nada.
No fim da avenida contornei uma rotunda e voltei rapidamente - curiosamente em contra mão, mas não havia proibição assinalada! - Não a vi pelo chão, o que representou algum alívio. Estava ela de pé ainda no semáforo na outra ponta da avenida. Aparentemente quando eu acelerei, ela estava distraída a olhar para o ar, não se segurou a mim, e no momento da aceleração, ficou no mesmo sítio, de pé.
Quando parei junto a ela, contou-me mais um momento trágico. Um tipo desvairado, aproveitou o sinal vermelho do semáforo, colocou-se em frente aos carros, e pessoas que por ali estavam, apontou uma pistola de pequeno calibre à cabeça, e pôs termo à vida, mas não sem antes dar uns gritos de desespero.
Ainda ali imaginei-me na pele dele, a viver todo o momento e aflição e a premir o gatilho, ameaçando ainda algumas pessoas que me tentavam demover.
Estava a ser uma noite jeitosa. Então fomos embora: para casa - desta vez os dois em cima da mota.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Condução Nocturna


Um dia destes fui ver um concerto à noite com uns amigos. Estava frio acima de muito. Na vinda para Lisboa ligou-se o aquecimento e eu no banco de trás adormeci que nem uma menina. Mais ou menos na altura em que adormeci estávamos a atravessar uma ponte qualquer ali na zona do Cartaxo. E poucos minutos depois abri os olhos e reparei que continuava a chover a cântaros, a estrada continuava a ter três vias, nós seguíamos na do meio, mas não havia qualquer iluminação senão aquela que vinha dos faróis do carro. Toda a gente tinha adormecido menos o condutor.
Neste momento o carro sai da faixa do meio em direcção à direita e constato que o condutor também tinha adormecido. E eu digo "oh!" em voz alta de modo a tentar acordar o piloto. Mas ele já estava para lá desse ponto. Então claramente que me restava apenas a opção de o tentar acordar de modo mais brusco. Então cheguei-me um pouco à frente e empurro o braço direito dele e digo "olha aí!!!!" como quem já antevê a pancada a alta velocidade no meio da chuva numa noite de inverno no meio de uma estrada escura e deserta.
Nesse momento o condutor diz-me qualquer coisa como: "O que é?". Aí realmente abro os olhos, largo o braço dele e vejo que estou na A1, iluminada, carros à volta, a chuviscar. Toda a gente acordou em pânico com os meus gritos de alerta. Percebo o que se passou e começo a rir sozinho enquanto exclamo "eh eh que cena lixada". O condutor ainda sem perceber o que se passou, e porque razão lhe abanei o braço com força enquanto gritava "olha aí!!!!" pensa que eu vi qualquer coisa na estrada de timbre perigoso à qual escapámos por pouco. Mas não... era só eu a sonhar. Foi um bom concerto.

domingo, 30 de novembro de 2008

Guantanamo Star Galactica Wars


Estive a acampar. Estava num terra tipo trás-os-montes em que as encostas são íngremes. E na inclinação das encostas aproveitam-se pequenos patamares para fazer cultivo, ou no nosso caso, para montar as tendas.
Éramos um grupo de escuteiros que ali estávamos com acampamento montado. Havia malta de todas as idades e feitios. Havia tendas de várias cores, embora sendo de noite, já bem escura não fosse possível distinguir bem os formatos e cores das tendas que estavam mais longe.
Eu estava no sopé da encosta onde o acampamento estava montado. Eu reparava que havia movimento de pessoas lá mais para cima, mas não conseguia distinguir com clareza o que se passava. Provavelmente estariam a preparar jantar. Cá em baixo havia uma mesa montada num tripé quadrangular. Não estava lá ninguém sentado. Por isso deduzi que fosse necessário também, cá em baixo, preparar o jantar.
Como não havia comida tratei de ir na vizinhança procurar por algo que desse para desenrascar a refeição.
Acontece que ali mesmo ao pé, havia um forte, um edifício com estatura prisional. À volta só se viam árvores a cerca de cem metros de distância das paredes exteriores deste forte. Estava iluminado de forma fraca por fora, mas via-se claridade branca que emanava do interior para o céu. A parede exterior era construída sem janelas, sem portas e com um ar de construção do deserto. Parecia ser parede de argila de cor amarelada. Ora ali provavelmente deveria haver comida. O que não havia era forma de entrar. Reparei que mais ao alto existiam uns buracos na parede suficientemente grandes para deixar que a água das chuvas corresse para o exterior, mas suficientemente pequeno para evitar que alguém ou algo entrasse.
No entanto eu surpreendi-me a mim mesmo ao dar um salto para este buraco e entrar como que se o meu corpo se deformasse de forma elástica. Consegui esticar-me o suficiente para que conseguisse inteiramente entrar para dentro do forte por um buraco de vinte centímetros quadrados. Fiquei surpreendido por três razões. Primeiro porque não era normal alguém conseguir saltar a uma altura de quatro metros. Depois porque mesmo saltando não era normal eu conseguir deformar o meu corpo de forma elástica e passar por um buraco de parede. E por último porque entendi qual era o objectivo deste forte. Era uma prisão. Uma prisão de cariz militar.
Este forte representava aquilo que seria o Guantanamo para aliens. Eu tinha conseguido entrar portanto numa prisão altamente segura com conteúdo altamente invulgar: presos intergalácticos.
Não me perdi com detalhes, e passei ao objectivo que me levava ali. A comida. Eu precisava de comida para mim e mais quatro que me aguardavam no acampamento. Felizmente o buraco da parede por onde tinha entrado dava para uma zona mais resguardada do forte, e por isso menos vigiada. Havia caixotes e contentores de várias formas. E eu esgueirei-me a rastejar de modo a passar camuflado até ao frigorífico que rapidamente consegui descobrir, no meio dos caixotes.
Era um frigorífico comum, branco, de tipo combinado. Aproveitei para tirar umas bebidas frescas, estava calor. E tirei um coelho já sem pele, pronto a ser posto na panela. Antevia-se um belo petisco.
Voltei pelo mesmo caminho, a rastejar, com as garrafas frescas numa mão e o coelho noutra. Passei pelo buraco da parede, saltei para o chão e corri de volta ao acampamento.
Já junto dos meus amigos, a fazer um brilharete com a história da aventura, lhes entreguei os mantimentos que tinha recolhido no forte. Sim senhor acharam piada à história, mas as bebidas frescas era poucas e teria de lá voltar para trazer mais duas garrafas de refrigerante.
Lá voltei a correr, pulei para o buraco, estiquei o corpo, entrei, rastejei, cheguei ao frigorífico, tirei duas garrafas, rastejei de novo, e... acendeu-se um foco de luz que iluminava os caixotes da zona onde eu estava. Vi um marine americano com farda de deserto e arma ao peito à procura da origem do barulho. Com não estava para apanhar um tiro, ou no limite ficar preso no forte junto dos outros esquisitóides, rapidamente voltei a sair pelo buraco e saltei para o chão.
Quando aterro no chão percebo que há sarilho, há montes de gente na zona entre a parede exterior do forte e as árvores. Marines, civis, malta diversa. E nisto eis que aterra uma belíssima nave interestelar com formato comprido e pontas arredondadas. Lembrava bastante a nave do startrek, mas mais sofisticada. Afastei-me da zona onde a nave iria aterrar, juntos às outras pessoas.
A nave aterrou perto de mim, e não era tão grande como aparentava. Quem a comandava era o Adama, do battlestar galactica.
Estava ele mesmo aos comandos desta nave, dentro de uma pequeníssima cúpula de vidro mesmo na ponta da nave. Existia uma segunda cúpula de vidro ainda mais na ponta, mas ninguém vinha lá dentro. E nesse momento olho para o lado e quem ali estava ombro a ombro comigo a olhar para o Adama era o XO Saul, também do battlestar galactica. O Adama convidou o Saul a ir dar uma voltinha na nave ao que ele prontamente aceitou. Eu preferia que ele me tivesse convidado a mim, mas compreendi, afinal eles já eram amigos há muitos anos. Fiquei ali a olhar, com os refrescos na mão.
Para complicar as coisas, no canto inferior direito do meu plano de visão apareceu uma janelinha do messenger que informava "Darth Vader has signed in to messenger" Inclusivamente antes do nick dele havia uma símbolozinho com o capacete do darth vader. Isto só podia significar sarilhos. Virei-me para o Adama e como quem sabe algo que os outros não sabem profetizei: Sinto um distúrbio na Força.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

A noite em que quase vendi o blog...


Era noite de halloween e estavam uma série de pessoas numa casa grande estilo vivenda apenas com piso térreo. Esta casa tinha uma série de divisões todas cheias de gente divertida e sobretudo bêbeda. Lembro-me que pela quantidade de álcool que ali estava concentrada começámos a delinear estratégias de realização de actos parvos. Como por exemplo fazer bombinhas. No entanto uma rapariga vestida de preto, estilo gótica deprimida optou por sugerir emularmos uma cena ritual de sacrifício. Pareceu divertido, por isso toca a preparar a brincadeira.
Saímos pela porta da frente para o jardim. Havia uma zona grande verde de um dos lados da casa. Na parte da frente havia apenas um pouco de relva, plantas diversas e flores de jardim. Depois estava a vedação, o passeio da rua e a estrada principal. Na parte do jardim grande, havia perto de uma árvore uma mesa de cimento, parecida com aquelas que encontramos nos parques de piqueniques. A miúda gótica sacou de uma faca de abrir envelopes com o formato de um punhal e mostrou-mo. De repente a brincadeira já não me pareceu tão divertida e percebi que era uma questão de minutos até aquilo dar para o torto. Ela deve ter percebido que eu me queria raspar dali visto que alterou a sua atitude para um pouco mais autoritária. Quando ela andava à procura de uma vítima para ser imolada no ritual, eu olhei para o portão que dava para a estrada principal e saí.
Tanto quanto sei estávamos em França. Portanto decidi seguir a estrada principal durante cerca de 50 metros. Era de noite e estava escuro. Não havia pessoas na rua. Passou apenas um carro com luzes acesas.
Ao fim de 50 metros vi uma placa que anunciava "Benvindo ao Luxemburgo". O que veio mesmo a calhar porque assim, a miúda gótica não podia exigir que eu fosse repatriado de modo a completar o ritual, nem podia tão pouco atravessar a fronteira de modo a praticar um crime.
Mesmo do lado direito da rua, junto à placa de boas vindas ao Luxemburgo estava uma estalagem. Um edifício com 2 andares de estilo Holandês antigo. Telefonei aos meus amigos que estavam na festa e convidei-os a virem para a estalagem, onde estariam a salvo de góticas psicopatas.

Subi as escadas da estalagem. Os meus amigos já lá estavam junto à recepção. Éramos cerca de 10 e íamos facilmente encher todos os quartos; que estavam disponíveis.
Depois de fazermos o registo entrou um tipo na porta principal. A porta principal ficava no piso térreo e nós estávamos no cimo de umas escadinhas estreitas que subiam até à recepção. Ele trazia uma mala cor verde tropa com dimensões invulgares. Tinha cerca de dois metros de comprimento, meio metro de largura e trinta centímetros de profundidade. Não faço ideia do que estava lá dentro, mas era ligeiramente pesada e complicada de transportar. O tipo, que com aspecto de estrangeiro, pretendia dormir uma noite na estalagem, tentou obter um quarto. Já não havia quartos livres.
Como não havia sítio na estalagem para ele dormir, e já estava muito escuro lá fora para ir à procura de sítio para pernoitar, optei por sugerir que partilhássemos o meu quarto, uma vez que eu tinha um quarto de duas camas e eu era apenas uma pessoa. Ele amavelmente agradeceu e encaminhámo-nos para o quarto que era mesmo ao lado da recepção.
Lá colocou a mala enorme no chão do quarto. Eu entrei de seguida e observei as paredes que estava cheia fotos e quadro de pequena dimensão. Tinha um piano vertical encostado na parede da porta de cor castanha.
Falei com ele em inglês. Perguntei-lhe de onde é que ele era. Ele disse: sou Americano-British-Canadiano. Concerteza, pensei eu. Então e o que é que você anda por aqui a fazer? De facto estou aqui para falar consigo. Comigo? Sim. Eu sou escritor e Li o seu blog dos sonhos e quero propor-lhe a compra dos seus textos.
Embora a compra dos meu blog parecesse conferir-me alguma importância. Eram os meus sonhos. E se os vendesse como que iria estar a vender o meu subconsciente, não apenas a descrição dele. E perguntei-lhe: Então e não vai sequer ter o meu nome como autor dos sonhos? Não, estou de facto com bloqueio de escritor e tenho o meu editor à perna; Preciso que seja em meu nome, e em língua Canadiana.
Fiquei a ponderar na venda. Acordei antes de tomar uma decisão. Mas acho que não ia vender.