
Zombies e vilões
Este é um tema recorrente. A maior parte das vezes que acordo, é estafado. Podia ser um motivo de orgulho masculino enorme, mas a verdade é que passo as noites a fugir de pessoas más, ou pessoas mortas que gostam de comer as vivas.
Esta noite não foi excepção. A cidade estava em ruínas, e andavam zombies em grupos por toda a parte. Eram zombies ou talvez malta infectada com um vírus (tipo Resident Evil), era de noite e eles moviam-se em grupos quase organizados. Tinham algum tipo de inteligência animal pois conseguiam perseguir-nos. Nós: estávamos em grupo e era todos sãos e cheios de medo de sermos apanhados. Andávamos a correr pelos destroços que estavam pelas ruas. Portanto o caos já devia durar há algum tempo.
A determinado momento chegámos ao portão daquilo que parecia ser uma casa palacial muito ao estilo do século XVIII ou XIX. O jardim da frente estava todo raso e iluminado por focos de luz que nasciam do chão. Eu entrei pelo portão que estava aberto. Quando estava quase pisar a zona térrea do jardim alguém me alertou para não o fazer. Uma mulher puxou-me pelo braço e apontou para as sementes de lentilhas que estavam no chão e formas circulares e hexagonais. Claramente que estavam ali a demarcar o sítio das minas anti-pessoais.
Contornámos o jardim térreo junto às paredes de pedra branca e lisa do palácio. Estávamos do lado direito. Quando chegámos às traseiras vimos uma entrada em forma de túnel amplo. Estava bem iluminada. Vimos ao longe sombras de pessoas que estavam fardadas com roupa pombalina e cabeleiras da época pombalina. Aproximaram-se e vimos que se tratava de um grupo organizado de pessoas sãs ainda não afectadas pela epidemia. Um dos homens que falou era alguém que assumia uma posição de liderança. Tinha roupa azul escura debruada a fios dourados, tipo farda militar de gala. Já não tinha a peruca nesta altura, tinha o cabelo rapado à mostra.
A conversa foi em moldes de auxílio. Mas tratava-se de um auxílio selectivo. Do nosso grupo só aceitariam pessoas com capacidades comprovadas e alguma notoriedade. O objectivo era fazer uma selecção dos melhores, de modo a construir uma comunidade organizada constituída selectivamente.
Um dos membros do nosso grupo prontificou-se a declarar que era um reconhecido herói neo-zelandês. Tinha sido reconhecido pelo governo dele como tal após actos heróicos ao serviço da nação.
Apareceram ao longe sombras de zombies que nos tinham seguido até ao local. O perigo era iminente. O meu colega herói da nova Zelândia estava safo. E o meu pensamento foi "O que é que eu tenho de especial que possa ser útil à comunidade pombalina e que me safe dos sujeitos zombies que aí vêm?" Surgiram-me uma série de coisas à cabeça. Não tive tempo de as dizer. Acordei. Fiquei ainda acordado 10 minutos a pensar se me teriam aceite ou não.
Esta noite não foi excepção. A cidade estava em ruínas, e andavam zombies em grupos por toda a parte. Eram zombies ou talvez malta infectada com um vírus (tipo Resident Evil), era de noite e eles moviam-se em grupos quase organizados. Tinham algum tipo de inteligência animal pois conseguiam perseguir-nos. Nós: estávamos em grupo e era todos sãos e cheios de medo de sermos apanhados. Andávamos a correr pelos destroços que estavam pelas ruas. Portanto o caos já devia durar há algum tempo.
A determinado momento chegámos ao portão daquilo que parecia ser uma casa palacial muito ao estilo do século XVIII ou XIX. O jardim da frente estava todo raso e iluminado por focos de luz que nasciam do chão. Eu entrei pelo portão que estava aberto. Quando estava quase pisar a zona térrea do jardim alguém me alertou para não o fazer. Uma mulher puxou-me pelo braço e apontou para as sementes de lentilhas que estavam no chão e formas circulares e hexagonais. Claramente que estavam ali a demarcar o sítio das minas anti-pessoais.
Contornámos o jardim térreo junto às paredes de pedra branca e lisa do palácio. Estávamos do lado direito. Quando chegámos às traseiras vimos uma entrada em forma de túnel amplo. Estava bem iluminada. Vimos ao longe sombras de pessoas que estavam fardadas com roupa pombalina e cabeleiras da época pombalina. Aproximaram-se e vimos que se tratava de um grupo organizado de pessoas sãs ainda não afectadas pela epidemia. Um dos homens que falou era alguém que assumia uma posição de liderança. Tinha roupa azul escura debruada a fios dourados, tipo farda militar de gala. Já não tinha a peruca nesta altura, tinha o cabelo rapado à mostra.
A conversa foi em moldes de auxílio. Mas tratava-se de um auxílio selectivo. Do nosso grupo só aceitariam pessoas com capacidades comprovadas e alguma notoriedade. O objectivo era fazer uma selecção dos melhores, de modo a construir uma comunidade organizada constituída selectivamente.
Um dos membros do nosso grupo prontificou-se a declarar que era um reconhecido herói neo-zelandês. Tinha sido reconhecido pelo governo dele como tal após actos heróicos ao serviço da nação.
Apareceram ao longe sombras de zombies que nos tinham seguido até ao local. O perigo era iminente. O meu colega herói da nova Zelândia estava safo. E o meu pensamento foi "O que é que eu tenho de especial que possa ser útil à comunidade pombalina e que me safe dos sujeitos zombies que aí vêm?" Surgiram-me uma série de coisas à cabeça. Não tive tempo de as dizer. Acordei. Fiquei ainda acordado 10 minutos a pensar se me teriam aceite ou não.
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